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Os 6 riscos do Shadow AI

Shadow AI é o uso de ferramentas de inteligência artificial por colaboradores ou departamentos sem conhecimento, autorização ou supervisão da TI. É uma evolução da Shadow IT, impulsionada pela popularização da IA generativa.

Assistentes como ChatGPT, Microsoft Copilot, Claude e Gemini já fazem parte da rotina de muitas empresas e trazem ganhos reais de produtividade. O problema surge quando ninguém sabe quais ferramentas estão em uso nem para onde vão os dados compartilhados.

Na maioria dos casos, o colaborador só quer ganhar tempo. Ainda assim, esses pequenos gestos somados criam riscos que toda empresa precisa conhecer.

Os 6 riscos do Shadow AI

1. Vazamento de dados

Informações inseridas em ferramentas de IA externas saem do perímetro da empresa, que perde o controle sobre onde ficam armazenadas e como são tratadas.

2. Falta de visibilidade

Sem saber quais aplicações de IA estão em uso, a TI não consegue avaliar riscos nem aplicar controles. Esse risco amplifica todos os outros.

3. Exposição de propriedade intelectual

Códigos-fonte e projetos são ativos que diferenciam a empresa. Inseri-los em plataformas externas significa perder o controle sobre eles.

4. Riscos de conformidade

Dados tratados em aplicações não avaliadas pela empresa podem violar políticas internas, contratos e obrigações legais.

5. Acesso não autorizado

Ferramentas sem política de acesso ampliam a superfície de exposição, sobretudo agentes de IA com permissão para agir em sistemas corporativos.

6. Ausência de governança

Sem critérios para aprovar e monitorar o uso de IA, cada equipe cria as próprias regras, sem responsáveis definidos.

Como reduzir os riscos sem proibir a IA

Bloquear todas as ferramentas raramente funciona: os colaboradores encontram alternativas e a empresa perde produtividade. O caminho é combinar políticas claras e tecnologia em seis frentes:

  1. Descoberta: identificar as aplicações de IA usadas no ambiente.
  2. Visibilidade: monitorar acessos e movimentação de dados.
  3. Avaliação de riscos: apontar aplicações não autorizadas e comportamentos perigosos.
  4. Controle: permitir, restringir ou bloquear atividades.
  5. Proteção de dados: impedir o compartilhamento de informações sensíveis.
  6. Governança: definir critérios e responsáveis pelo uso de IA.

Vale lembrar que saber que uma ferramenta foi acessada não revela o que foi compartilhado nela, e que a proteção precisa alcançar quem trabalha fora do escritório também.

Isso pede uma arquitetura integrada de rede, endpoint e usuários remotos, como a das soluções Fortinet para segurança de IA.

A Integratto, parceira Fortinet, ajuda sua empresa a mapear o uso de IA e a desenhar a proteção adequada ao seu ambiente. Clique aqui e fale com nossos especialistas.

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