O Shadow AI raramente se anuncia. Não exige instalação nem passa por compras: pode ser uma aba no navegador, uma extensão ou um recurso novo dentro de um aplicativo já conhecido.
Onde ele aparece?
Os casos mais comuns envolvem:
- Chats de IA generativa, usados para resumir contratos ou relatórios.
- Assistentes de programação, que recebem trechos de código proprietário.
- Recursos de IA em aplicativos SaaS, aplicados a bases de clientes.
- Extensões e ferramentas de transcrição, que leem páginas internas ou gravam reuniões.
- Agentes de IA, conectados a sistemas como CRM e e-mail, com permissão para agir sobre eles.
Sinais de alerta
Algumas pistas surgem na própria rotina: colaboradores citando ferramentas que a TI não conhece, pedidos de reembolso de assinaturas de IA e aplicativos de terceiros autorizados nas contas corporativas, indicam que há demanda por IA sendo atendida fora dos canais oficiais.
Como identificar?
A tecnologia dá escala a essa investigação, em camadas complementares:
- Rede: o FortiGate reconhece o acesso a aplicações de IA generativa.
- Endpoint: o FortiDLP acompanha a movimentação de dados no dispositivo, como copiar e colar, e envio de arquivos, mesmo fora da rede.
- Usuários remotos: o FortiSASE estende a visibilidade a quem trabalha de casa ou de filiais.
- Governança: o FortiAI-Protect descobre as aplicações de IA em uso e avalia o risco de cada uma.
Identificar o acesso a uma ferramenta não revela o que foi compartilhado nela, por isso as camadas se complementam. Os recursos variam conforme versão, licenciamento e configuração.
Depois de identificar
Com o mapa de uso em mãos, a empresa decide o que liberar, restringir ou bloquear e cria uma política de IA baseada na realidade, não em suposições.
A Integratto, parceira Fortinet, apoia esse processo da descoberta à definição das políticas. Clique aqui, fale com o nosso time e veja como proteger o uso de IA na sua empresa.






